domingo, 20 de novembro de 2016

[Steam] Recomendação - Enter The Gungeon


Enter The Gungeon foi um jogo que me fez ter duas reações: surpresa, e raiva!
Sim, pois o game, de gênero Rogue-Like, que normalmente já faz agente esperar gameplays frenéticos e com uma boa dose de dificuldade, nos primeiros instantes cativa muito, pelo seu background narrativo ser tão bom, pelo design artístico do jogo, que remete tudo a balas e armas de forma cartunesca e bem humorada - que lhe da muitos pontos de originalidade por sinal - e ainda por ter ótimos efeitos visuais, somados a um gráfico pixel art bonito e bem animado.

Bem, até aqui vemos um jogos super promissor, até pra queles como eu que, não são verdadeiros amantes do gênero característico do game, mas que com tantas boas qualidades até faz a mãozinha do comprar tremer, ao passar pela página do jogo na Steam. Dito e Feito.

Depois de algum tempinho de tutorial (muito divertido por sinal) estava pronto pra começar a me aventurar na tão famigerada Dun..  digo, Gungeon que guarda um tesouro tão procurado pelo mais diversos tipos de mercenários.

Aqui já posso adiantar que as experiências seguintes, foram de altas expectativas, que conforme iam sendo atendidas, iam causando confusão. Por que? A bendita da dificuldade. Morrer, como em Dark Souls, é uma coisa normal. E isso é um pouco difícil de entrar na minha cabeça. "Poxa, mas e se eu for super cuidadoso, e fizer o máximo possível pra não entrar em situações de risco e focar na jogabilidade pra me sair bem em qualquer situação? Ai não tem como eu morrer! =O".
No.
Vai morrer sim. Não importa o quão arrojado seja um jogador, o game sempre arrumará um jeito de te colocar numa cilada ou situação em que perder life é inevitável - por conseguinte, logo perde a vida.

Bem, depois de morrer logo vc nota que o jogo não grava nenhum progresso aparente da sua jornada. E então? Sensação de perca de tempo. "Caramba, eu tomei tanto cuidado, cheguei tão longe... até conseguir passar desse maldito Boss. Foi tudo por água abaixo?" SIM.

Pra quem já é amante de Demon, Dark Souls ou Bloodborne esse paradigma já deve ter sido quebrado. Nesses jogos, a morte é um sistema natural do jogo. Ele foi de fato feito pra ser impedoso, e fazer com que vc morra. Mas o mais cruel de tudo isso eh morrer, e perder TUDO, sem NADA ter sobrado pra te ajudar na próxima vida.

Isso me deu raiva e larguei mão de tentar me divertir de novo com ETG.

Simples assim.



 Claro, joguei com um amigo em casa (multiplayer só local viu..triste..) e até que foi divertido apresentar o jogo pra ele. Conseguimos avançar alguns andares mas sempre com finais de gostinho "bem, tempo perdido e nada habilitado.. morreu é game over no pleno sentido da expressão...".

Pois bem, nessas jogatinas com meu amigo notei que haviam NPCs que deveriam ser salvos. E que eles resultariam em serviços que poderiam ajudar-nos nas incursões futuras. "Opa, vejo aqui então alguma forma de progressividade?". Aparentemente sim.

A unica coisa que pude notar que fica "gravado" após a sua última morte é o resgate desses NPCs.
Que no final das contas, vão habilitando diversos serviços que auxiliam na busca dos aventureiros.
Ou destravam uma lojinha, ou um carinha que, com os materiais certos, pode construir atalhos entre as câmaras, um que paga recompensas pela morte uma quantia de certos inimigos, e assim por diante.

Isso deu um novo fôlego pra mim. "Bom, morrer tudo bem, é chato, mas se eu puder viver então, até chegar em um NPC, e salvar sua vida...posso morrer por aqui que na próxima vou ter algo que possa me ajudar =)".

Depois de mais algumas horas puder ver que o jogo realmente é bom: se acostume a morrer, mas lembre-se de tornar cada vida, significativa.

Pontos fortes que posso dizer sobre o game:


  • Indus situações que estimulam o desenvolvimento de Skills: 
    • entrar numa sala, e fazer uma rápida leitura do ambiente pra se posicionar durante os conflitos;
    • nos tiroteios, procurar paredes e quinas pra fazer o "cover", usar os barris ou lustres pra atingir grupos de inimigos...
    • aprender a usar a esquiva do MODO CERTO...sim, pq começar uma esquiva da forma errada te faz terminar com life perdido desnecessário... passar pelas balas, e usar pra tomar distância rapidamente são algumas boas práticas;
  • Indus a situações em que usar de estratégia é inevitável:
    • após algumas salas, dependendo de quanto life você já perdeu, você começará a preferir táticas mais seguras, ou.. dependendo de quanto life sobrou, e quanto da dungeon falta explorar.. até "resetar" ela, pra poupar seu tempo de uma rodada praticamente perdida...
    • os baús encontrados pelo caminho dão recompensas muito bem vindas á aventureiros cansados... e pra abrir, precisa de chaves! São encontradas tanto durante a campanha quanto nos vendedores.. mas tudo a um preço, e as vezes bem caro...
    • em cada vendedor encontrado, você sempre tende a fazer uma análise para saber o que comprar que possa te ajudar dali pra frente. Você faz essa análise pra saber se vai conseguir durar durante ou até depois do chefe.. e quando consegue se preparar bem depois disso, fica mais confiante e positivo.
  • Variedade de Armas, e Mapas gerados aleatoriamente:
    • Sim, existe uma variedade tão extensa quanto criativa. Armas muito legais, e até engraçadas, que ajudam e variam um pouco o ritmo das batalhas. Os itens de habilidades passivas e ativas também dão boa variedade ao gameplay. Cada jogada te traz uma estrutura de dungeon, bem como uma dificuldade relativa diferente. As vezes as batalhas mais difíceis acontecem uma após a outra..e as vezes são intercaladas de forma melhor..e isso impacta no seu progresso da dungeon sempre de forma diferente a cada jogatina.
  • Cada personagem escolhido, faz a diferença no gameplay:
    • Sim, cada carinha tem um conjunto de equipamentos únicos. Não que cada um tenha habilidades únicas, apenas equipamentos. Uns começam com mais proteção, outros já possuem mais de uma arma, algum item de habilidade passiva ou ativa diferenciada, e até mesmo companions que de alguma forma ajudam. Tudo isso faz com que as pós mortes tão desanimadoras as vezes resultem em possíveis re jogadas diversificadas.


Bem, dito tudo isto espero que vocês deem uma chance: isso se não se importam tanto com o fator morrer sem ter mudado nada no seu jogo. Isso aconteceu muitas vezes comigo pra que eu sentisse que deveria gastar mais tempo com o jogo. Acho que ele é parecido com Demon-Dark-Blood, então pros amantes desses jogos é uma ótima pedida. Se não, pode ser que esse jogo seja pra vc o que foi pra mim: quebra de paradigmas. Se vc sobreviver a ele, vai ter descoberto uma nova forma de se divertir com jogos. Se não, nunk mais vai querer jogar esse tipo cruel e difícil de jogo xD.

No mais é isso, até a próxima, Abraços!


quarta-feira, 1 de junho de 2016

[BIOSHOCK] Parece FPS, Tem gosto de Terror, mas é de Suspense

Sabe aquele episódio do Chaves, em que ele começa a vender refrescos feitos com água da chuva, com os mais variados e inusitados sabores?

Bem vamos ver só pra dar aquela relembrada



Haha, pois é, eu me senti igual ao sr. Madruga quando peguei pra jogar Bioshock.
Além é claro de saber que a série Bioshock é super aclamada pela crítica e pela grande maioria dos gamers, eu tinha poucas informações sobre como era de fato, pelo menos o primeiro Bioshock.
Sabia que se passava numa espécie de utopia, uma cidade submersa, onde havia Big Daddys e Little Sisters - personagens icônicos da saga que até quem não a acompanha sabe de onde são.

Porém, ai é que está - que gênero você definiria Bioshock se não o conhecesse? FPS? Aventura/Suspense? Drama/Terror?..bem, de fato o game abrange o melhor de todos estes elementos, não se apegando apenas a um único rótulo. Porém, tudo nele funciona numa harmonia tão convincente que fica difícil defini-lo.

  1. Ele, se enquadra na estrutura de gameplay de um FPS.
  2. Ele possui um cenário fantástico, que serve de pano de fundo para um enredo rico e criativo.
  3. Contém um design artístico digno de obra prima, que retrata a toda a suposta glória da "época da brilhantina", junto com as modas da época (1960~1970) mergulhadas numa bizarra e pitoresca atmosfera anarquista.
  4. Tem um clima de tensão e horror pairando por todo o ambiente.
  5. Cada vilão e/ou situação, testa suas habilidades - e por vezes, seus ideais..


Em resumo, Bioshock se parece muito com esses refrescos do Chaves.
Ele parece um ótimo FPS, de tema bastante original, tem mecânicas de evolução de jogos progressivos, e uma background sem dúvida cativante. Como saber se ele irá te agradar?

Ai é que eu me surpreendi. Eu numca fui muito fã de jogos de Terror - embora, eu pessoalmente não consiga ver os jogos de terror atuais sem agregá-los a uma das muitas vertentes do gênero.
É mais ou menos como Rock. Embora o estilo musical do Rock tenha nascido como Rock and Roll, hoje em dia dificilmente uma música consegue levar esta bandeira pura do Rock, sem misturar tantos dos elementos que foram surgindo com o passar do tempo.

Hoje, quando ouço alguma música que se enquadra no universo do Rock, geralmente da pra se identifica a qual vertente ela pertence - se é um Heave Metal, Punk Rock, Indie Folk, Skate Punk, Metal Gótico, Rock Eletrônico, Rock Industrial, Hard Rock, Black Metal, Grunge, Funk Rock...enfim, existe uma espécie de categoria que aquela música já se enquadra.

No caso dos jogos de terror, eu meio que também enxergo os atuais jogos como que se enquadrando neste sistema de categorias: Terror Visual, Terror Dramático, Horror Bizarro, Terror Demoníaco, Terror Psicológico, Terror com Suspense...etc, etc.

Enfim, depois de toda essa explicação de como encaro jogos de terror, agora entra a parte da minha surpresa. Eu não gosto de todos os tais gêneros de Terror que existem por ai. Lembrando que esta reflexão pertence apenas a minha opinião pessoal. Para mim, o terror tem que estar misturado a alguma outra coisa, algo que dê um destaque especial á história, ou a um personagem, ou á narrativa.
Assim eu tenho coragem de continuar a avançar com ele depois dos momentos torturantes de tensão e medo. Sim, eu sou muito cagão pra altas doses de terror xD..



Bem, voltando a Bioshock, o game trouxe uma espécie de camada de terror bem balanceada, entre terror psicológico - com toda a bizarrice dos inimigos que te caçam, bem como o som que eles fazem, a forma como reagem a você (eles tentam fugir quando vêm que você é um perigo maior que eles, gritam de raiva quando levam chumbo a queima roupa, choram quando estão quase morrendo, resmungando palavras de remorso e ódio...pra sitar só alguns...), os sons que a cidade emite em baixo dágua, com madeiras e canos rangendo, animais marinhos emitindo seus cantos perdidos, as músicas antigas ressoadas por vitrolas ao fundo.
Isso sem contar os icônicos sons que os próprios Big Daddys ficam fazendo enquanto perambulam por Rapture.

Também possui um terror visual bastante marcante, com cenas um pouco incômodas para aqueles mais sensíveis. Como Rapture entrou em uma espécie de conflito civil, incontáveis famílias foram levadas á loucura, tendo suas casas transformadas em palco para as formas mais tenebrosas de assassinato e morte.
Mas todo o clima do jogo não exagera nessas cenas, elas estão lá e fazem o seu papel, mas não são excessivamente enfatizadas a ponto de você perder a vontade de jogar.

Só algumas cenas tensas...rs.

Fora o gênero de terror, e suspense, o jogo também conta com boas mecânicas de FPS.
Embora tenha achado que os inimigos se movem numa velocidade e agem com uma agilidade muito fora da sintonia do personagem - pelo menos no console (Xbox 360), o jogo cumpre bem seu papel como um FPS.

Ele também traz outros sistemas, como habilidades diversas, que tem interessantes efeitos no gameplay, permitindo facilmente a combinação dos poderes dos Plasmids com os efeitos das armas.
Falando em armas, elas também podem receber Upgrades, e todas elas possuem mais de um tipo de munição.
O jogo também conta com um sistema de Hacking, onde você pode hackear certos dispositivos para uso próprio, acessar cofres, câmeras de vigilância ou mesmo pequenos helicópteros que podem servir temporariamente como companion. Finalmente, também pode-se hackear as máquinas onde compramos itens e munição - que disponibiliza mais itens a compra, e também reduz o valor de cada um.

Como se não bastasse, também existe um sistema de Crafting, onde coletamos certos tipos de material, e os transformamos em munição e outros objetos úteis.

Bioshock foi um jogo que me surpreendeu - ele parecia ser uma coisa, tinha gosto de uma coisa, mas na verdade era outra. Parecia ser um jogo legalzinho de FPS com elementos de terror genérico, teve gosto de jogo de terror bem balanceado, mas na verdade foi um grande game de tiro com suspense atrelados a uma história intrigante num cenário grotesco.

Como um refresco de Tamarindo xD.
Me garantiu boas horas de tensão preso a tela.

Bem, esta foi a minha história com Bioshock.
Espero que tenha curtido. E a sua, como foi? O que achou do jogo? Deixe ai nos comentários =).

Até a próxima!




























domingo, 29 de maio de 2016

[RECOMENDAÇÃO - Mobile] Não Seja Demitido!



Olá!

A nossa recomendação de jogo Modile de hoje, é Não seja demitido!

Um jogo de mecânicas simples, mas de muito bom gosto, misturando uma divertida narrativa com pequenos elementos de simulação de vida bastante atrativos.

Não seja demitido é um jogo auto-explicativo. Basicamente você começa como todo jovem profissional, buscando uma oportunidade de dar o passo da independência financeira por meio de um trabalho. Porém, o mundo nunca foi tão cruel quando o assunto é ingressão no mercado de trabalho!

Seu personagem irá esbanjar carisma enquanto tenta manter um bom humor e pensamento positivo antes de cada entrevista. Até ai você apenas torce para que seu personagem se dê bem na entrevista,
enquanto lê os diálogos de pensamento positivo.

Depois que se consegue trabalho, o jogo realmente começa. Você é basicamente mais um escrav..digo, funcionário da empresa, e deve coletar as tarefas de cada membro da empresa para executar seu trabalho.

Quando aparece um balãozinho com uma exclamação em um chefe seu, você deve tocar nele.
Seu personagem executa o trabalho sozinho, levando alguns segundos para terminar a tarefa.

Porém, quando menos você esperar, logo haverá uma pilha de deveres na sua mesa formando um tremendo gargalo no fluxo de trabalho.

Hora de queimar combustível! Toque no seu personagem para que ele "dê um gás" e acelere brevemente a execução de uma - as custas da sua saúde, é claro.
Essa divertida mecânica até que cumpre bem o seu papel de simular o cotidiano corriqueiro do trabalho alguém que começa em uma empresa de baixo.

Conforme você vai adquirindo dinheiro e experiência terminando suas tarefas, você terá chances de ser promovido..ou caso contrario, será DEMITIDO!
O jogo conta com um medidor de percentagem de ser promovido. Ai é que entra certas situações bastante inusitadas, onde a sua tomada de decisão a cada uma delas irá afetar esta percentagem: quando um chefe seu te pede dinheiro emprestado por que "acidentalmente esqueceu a carteira", ou precisa que você faça horas extras no final de semana inteiro...e ai se encontram belas oportunidades de aumentar suas chances...bem como de torrar o pouco de vitalidade que lhe ainda resta.

Com um sistema que permite melhorar diversos aspectos das mecânicas do jogo, logo você se verá
investindo em habilidades que vão facilitar sua vida ao tentar crescer na empresa - e o mais importante, se MANTER nela!

Ih, o DIRETOR chegou!!! CORRE TRABALHAR NEGADA!!! Ai o jogo fica super frenético e o ritmo de trabalho fica quase que na velocidade da luz. Todo mundo pedindo coisas e sobra tudo para você fazer ao final...como sempre T_T...

Enfim, esta é nossa recomendação. Não seja demitido é um jogo de mecânicas simples, agradável de jogar e que com certeza vai lhe arrancar sorrisos do rosto ao se deparar com as mais engraçadas situações do dia-a-dia de um novato no cruel mercado de trabalho.

Eis os links download:


  • ANDROID
  • IOS
  •  - infelizmente não tem para Windows Phone - 

domingo, 8 de maio de 2016

Game Music # 24 - Samurai Shodown Sen



E ai vamos nós em mais um Game Music com as sonoridades, ritmos e batidas que sempre nos emocionam - dentro e fora da jogatina!

As músicas que vamos ouvir hoje são de um jogo considerado uma verdadeira obra prima dos jogos de luta. E de fato Samurai Shodown (ou Spirits) contribuiu muito para o universo dos games, levando seu conteúdo para outras áreas, como mangás, quadrinhos e uma diversidade muito grande de mídia e produtos.

Porém, a aparição de Samurai Shodown na "velha" geração de jogos não foi muito bem recebida - e com razão. Infelizmente a versão 3D: Samurai Shodown Sen mudou não só os paradigmas visuais, mas o design do gameplay, sistema de combos e especiais, bem como toda física e fluidez do jogo ficaram artificiais e modificaram o game de uma forma que não desce de jeito nenhum...por mais que você jogue ele mais e mais para tentar entender rs.

Porém, nem todo está perdido. Algumas músicas deste jogo são realmente muito bem feitas, e de certa forma lembram um pouco do estilo e efeito sonoro que os games da geração PS2 para trás possuem.
Com tambores, flautas e vários instrumentos épicos pertinentes ao país onde o jogo se passa, bem como outros de características pertinentes aos personagens internacionais, o jogo possui uma composição que vale a pena ser escutado fora do video-game.

Então, sem mais delongas, fiquem com a seleção que fiz das melhores musicas deste não tão privilegiado game, que poderia fazer jus á seu nome, e também por sua tradicional música.

Character Select
(E de quebra da pra ver quais personagens estão no jogo =P)

The Remote Yagyu Village (Bamboo Thicket Stage Theme)


Tenkou,The Snowy Owl Castle~Time of the Serpent~(Japanese Castle(Day)Stage Theme)

Sanpougatake ~Time of the Monkey~ (Silver Grass (Evening) Stage Theme)


Sanpougatake ~Time of the Dog~ (Silver Grass (Night) Stage Theme)

Castle of Despair in the Darkness (Western Castle (Night) Stage Theme)
(Sim, o estilo sonoro parece muito com as músicas do Castlevania Curse of Darkness xD)

Gairyu Isle ~Time Of The Horse~ (Gairyu Isle (Day) Stage Theme)
(Se essa música te lembrou em alguma coisa com o encerramento de Dragon Ball Z - Majim Boo Saga bate aqui!!!)


In Front of Kokain Gate (Kokain Stage Theme)
(Umubu-Gai-Feidi-In-Tao pra vcs e boa noite!)

sábado, 30 de abril de 2016

The Last Post



Olá amigos do Virtual Sword!

A quanto tempo não?

Ultimamente o blog anda um pouco parado né.
A ultima postagem foi do dia 2 de Abril do ano passado (2015), com o artigo sobre Final Fantasy Record Keeper (para mobile).

Bem, de lá para cá minha vida teve grandes mudanças - e algumas delas até podem justificar a falta de conteúdo aqui para o blog.

Mas por que decidi escrever um post com o título acima? Será que este será o último post aqui do Blog - que já não anda bem das pernas?

Bem, apesar do pouco conteúdo produzido de abril do ano passado até hoje, a nossa página do Facebook tem recebido cada vez mais curtidas, e os acessos ao blog também tem aumentado bastante de um tempo para cá.

Esse aumento nas visualizações pode significar muitas coisas - mas infelizmente nem todas elas apoiam a ideia de que o Blog esta tendo seu conteúdo "antigo" mais consumido.

Apesar de eu modular o conteúdo do blog para que não fique tão defasado com o tempo quanto uma notícia, ao passo que ela se torna desatualizada, os assuntos e o conteúdo do texto localizado aqui, podem estar sendo indexado pelo google de forma a ser entregue com maior frequência em pesquisas relacionadas á seus usuários.

Essa possível mudança técnica nos algoritmos do google pode explicar o crescente acesso que as pessoas tem feito aqui no blog - e talvez o fato de o conteúdo não ser tão centralizado em notícias e coisas que ficam desaproveitáveis com o tempo, faça com que as pessoas curtam o que acabam vendo aqui e resolvem curtir nossa página para ser atualizadas com o possível conteúdo que saia pelo facebook.

Então, apesar de tudo, o que elas acabam vendo aqui, as agrada, de certa forma.

Meu blog não tem objetivo nenhum a não ser comportar minha opinião gamer sobre esse universo e seus elementos que tanto fazem parte da minha vida.
Mas vejo que muitas dessas minhas opiniões não andam em paralelo com o que a grande ou mesmo média mídia gamer tem divulgado sobre as coisas.

Tanto no youtube quanto nos sites, vejo muitas coisas que eu não concordo.

Youtubers gamers que chamam mais atenção para sí mesmos do que para os jogos que jogam.
Análises feitas por pessoas com credenciais duvidosas para esse tipo de conteúdo, gameplays que não tem objetivo nenhum, opiniões tão superficiais quanto a personalidade de quem as dá.

Do lado da mídia escrita, temos críticas duras e sugestivas, que abrem caminho para intermináveis discussões e fanatismos que nem da pra entender.

Poxa, quantas vezes eu ví ou lí uma análise ou peguei a opinião de alguém sobre um jogo...depois de um tempo, quando fui jogar ví que minha opinião sobre ele era totalmente diferente.
Quantas críticas eu absorvi, mas depois ví que eram mesquinhas em comparação com a diversão e outras coisas que pessoas menos voltadas a analisar e opinar sobre tudo e todos e se esquecem da diversão, acabam simplesmente nem usufruindo.

Por isso decidi gerar um conteúdo mais positivo e produtivo, menos voltado a criticar ou elogiar, mas simplesmente compartilhar coisas, ingredientes, experiências, elementos que me fazem gostar dos games - e que sei que outras pessoas também vão concordar comigo.

Então o Virtual Sword assumiu esse formato que é hoje para trazer conteúdo que vai agradar pessoas mais ou menos parecidas comigo. Que as vezes ficam de saco cheio de tanto mimimi na internet e se esquecem do que realmente importa - a diversão.

Depois de ver que este blog tem recebido a atenção de alguns - coisa que durante um tempo não acontecia - decidi que talvez seja uma boa hora para voltar a escrever.

Mas nada de "repaginada", vou continuar fazendo o que sempre foi feito neste blog - teremos artigos sobre jogos, sobre alguma coisa relacionada a algum jogo, coisas engraçadas, músicas de jogos, dicas e tutoriais práticos, indicações, experiências e entre outras coisas.

Caso o conteúdo agrade aqueles que estão chegando, seria legal se pudessem interagir pelos comentários.. apesar que pedir isto acho que é demais também hehe, sei que ler e escrever são duas coisas diferentes, por isso seus acessos e interações mínimas vão servir para medir o quanto o conteúdo esta agradando.

Enfim, eh isso pessoal, vou estar trazendo conteúdo novo e fresco para aqueles que curtiram o que tem aqui =).

Como disse anteriormente, muita coisa mudou desde as ultimas postagens.. trabalho, rotina, estrutura, várias coisas. Por isso talvez a frequência com que posto não seja das melhores. Mas conforme vocês forem acessando as minhas postagens e curtindo coisas postadas no Facebook, irei me animando mais pra tirar mais tempo pra escrever e preparar posts bem legais. Rs.

Obrigado a todos que tem acessado e curtido a página desse blog tão pequeno, mas que me trouxe várias sensações e experiências legais. Espero que pra vocês também =)

Valew pessoal.
Abraço e até mais! =D




quinta-feira, 2 de abril de 2015

[Final Fantasy Record Keeper] gratuito - Vale a pena?


Olá pessoas.

A pouco tempo foi disponibilizado para o ocidente nada mais nada menos que Final Fantasy Record Keeper, que antes era acessível apenas aos gamers asiáticos.
O jogo foi produzido pela parceria da Square Enix com a DeNA (sim, a mesma que vai ajudar a Nintendo com seus jogos para as plataformas móveis).

Mas este não é o primeiro Final Fantasy disponível para dispositivos móveis. Porém, o grande destaque fica por conta dele ser um jogo totalmente feito para rodar em dispositivos móveis, juntamente com o modelo FREE TO PLAY com opção para microtransações.

Baixado e conferido o game, aqui vai minhas impressões sobre o investimento do seu tempo (e memória do seu celular) para esse game de nome tão famigerado.

Record Keepers assume um formato muito popular ultimamente, que utiliza a passagem do tempo real para limitar a quantidade de partidas do jogador por dia - oferecendo ao mesmo tempo a opção de pagar para jogar mais. O jogo mede essa quantia por uma barrinha chama STAMINA, onde cada partida consome alguns pontos, e essa barra recarrega conforme o tempo passa.
Jogos como METAL SLUG DEFENSE, entre outros, também assume este formato, que para gamers mais casuais talvez não seja tão frustrante. Já para gamers mais puristas, uma puta falta de sacanagem...mas enfim.

Lute contra famosos Boss da série!

Bem, acho que com a explicação acima já deu para notar que existem diversas características que classificam o jogo como "mais um daqueles jogos gratuitos viciantes que tentam sugar o seu dinheiro".
Vamos falar então sobre o jogo propriamente dito.

Em Record Keepers, temos um enredo que se aproveita de toda carreira da série trilhada até o dia de hoje.
Bem ao estilo KINGDOM HEARTS, você poderá visitar diversos mundos e situações de vários jogos da franquia Final Fantasy, desde os primeiros jogos, até os últimos lançados (não, nada de Noctis até o momento).
Logo, temos um universo paralelo que une algumas (até o momento apenas os episódios “IV”, “V”, “VI”, “VII” e “X”) das aventuras da franquia em uma espécie de museu, que abriga várias salas (cada qual com o número do FF esculpida na porta) e nestas salas estão diversos quadros com os eventos mais marcantes de cada saga.

Houve um determinado evento, e os quadros estão envoltos por uma energia maligna, que pode por em risco a "memória" daquele evento, ou seja, ele pode acabar jamais ter acontecido.
Assim, uma dupla de personagens, os "bibliotecários" decidem que um deles, o protagonista, deve  entrar nos quadros para salvar a memória de cada evento de cada saga.
Lembrando que, ao entrar em um quadro, você apenas irá jogar sequências de batalhas contra monstros e chefes memoráveis daquela Saga, e só. Infelizmente o jogo consiste apenas em batalhas, utilizando o famoso sistema de turnos ATB.

Os gráficos do jogo remetem a era de ouro da franquia nos games de 16bits, com pequenos ajustes visuais em efeitos de magias e itens.
Bem, até aqui o jogo parece muito promissor - realmente é.

Mas diversas caraterísticas do jogo, poderiam ter sido melhoradas.
Quais?

Contras

Loading...................................
Primeiramente, o jogo possui diversos LOADINGS. Muitos deles bem demorados, em comparação com outros jogos no mesmo formato, com a mesma proposta.
Para cada tela parece haver um loading rolando, e até pré-loadings, onde ao apertar um botão, você sente como se o jogo estivesse carregando alguma informação, embora não simbolize isso na tela para você. Ai então você cai na tela de loading.
Embora meu smartphone não seja de ultima geração (tem um ano mais ou menos), ainda assim esses engasgos no fluxo do jogo tornam pequenas tarefas desnecessariamente demoradas. Isso atrapalha a experiência do jogo, até onde estamos acostumados com outros jogos super fluidos.
Devido a todos estes fatoress, infelizmente isso não pode passar despercebido.

Outro ponto em que FFRK falhou, foi a decisão de manter os sprites de 16bits simplistas demais, ao ponto de tornar o jogo visualmente pobre ao longo do tempo.
Quando você o baixa, e começa a jogar, percebe que o jogo tenta apelar para a nostalgia - como se a Square estivesse com uma auréola em sua cabeça e jamais teria recorrido a isso para lucrar.

Até certo ponto tudo o jogo cumpre com o que se propõe, porém, todo o gráfico de menus e sistema visualmente polidos, causa um grande contraste com os gráficos inferiores dos sprites dos personagens surtindo um efeito conflitante. A intenção de botar sprites 16bits é boa, mas com todo um menu super plástico e moderno não ficou legal.

Clique para ampliar
Nem mesmo os itens e equipamentos dos personagens estão nesses gráficos nostálgicos.
Na minha humilde opinião, quando se pretende utilizar gráficos de 16bits no design de um jogo, todo o sistema de menus deve acompanhar este design. Caso contrário, esse contraste visual pode tornar o jogo visualmente desarmônico e até um pouco amador.

Finalmente, visualmente o jogo não me agradou, surtindo assim um efeito contrário ao esperado pela empresa.
A jogabilidade em certos pontos remete ás antigas batalhas dos primeiros FF, mas ainda assim, longos períodos visualizando efeitos visuais e sonoros pobres tornam a tarefa de lutar e lutar um pouco massante.
As animações também deixam bastante a desejar, afinal estamos falando de FF, elas poderiam ser muito mais criativas.
Há um "especial" do personagem principal, em que cai uma "espada" gigante nos inimigos. Mas essa animação não é bem feita, o desenho da espada é estranho.
Aliás, estamos falando de um bibliotecário não? Se ele foce um guerreiro, até descia, mas...enfim, outro dos muitos detalhes que faltou cuidado e carinho da parte da DeNA, e da própria Square Enix.

Conclusão:

Você é fã de Final Fantasy?


  • Sim, Muito fã:
    Baixe o jogo, jogue, e teste por sí mesmo.
    Caso seja um jogador de FF de longa data, que começou lá nos seus primórdios do NES talvez você ainda goste. Eu disse Talvez...
  • Não sou fã mas gosto:
    Não o recomendo para você. Mas caso queria experimentá-lo, baixe e confirme tudo o que foi dito aqui neste post.
  • Não sou fã:
    Não baixe e nem jogue este jogo. Ele não consegue apresentar a franquia Final Fantasy aos novatos, e nem serve para representa-la positivamente no mundo dos jogos F2P para mobile. Vá jogar outra coisa.


Bom, é isso. Curtiu?
Deixe seu comentário! E até a próxima!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Como você faria um novo [{JOGO}]?

Olá!

Bem vindos ao mais novo quadro semanal do VirtualSword.
Como o título do post sugere, a proposta desse quadro é na verdade bem simples: se você pudesse comandar o desenvolvimento de um novo jogo, onde você tem total liberdade para implementar novas idéias ou mecânicas, como ele ficaria?
Em outras palavras, aqui, nós damos Poderes de Desenvolvedor Supremo, para que você também opine junto conosco, como você criaria o tal jogo?

Pretendemos falar aqui sobre diversos tipos de jogos de todos os gêneros.
Mas, a coisa não será bagunçada não, pois para não comprometer a competência e o conteúdo do post criamos algumas regras, que nada mais servem para organizar nossas inúmeras ideias.
Vamos listar as nossas regras, e então explicar rapidamente como cada uma funciona - e o por que:


  • Regra 1 - Não fugiras do conceito original da série de games.
    • Se você se propôs a criar um novo New Super Mario, por exemplo, você terá de se ater ao conceito original da série de games, não transforma-lo num Mario Galaxy ou qualquer outra coisa.
      Isso também vale para o caso de tornar o jogo um "híbrido" - adicionando demasiadamente elementos de outros gêneros que podem distorcer, mesmo que não totalmente, o cerne do jogo original.
  • Regra 2 - Não fugiras do contexto original da série de games.
    • Não adianta querer inserir Sonic do universo de Mario, pois ai a contextualização do jogo é que fica comprometida.
      Então, nada de CrossOvers. Outra distorção de enredo negada é a criação de personagens/eventos significativos demais para a história. A intenção não é criar enredos super mirabolantes, coisas que dificilmente veríamos em uma sequência real de tal game.. nem fugir demais do conceito de personagem... como um Sonic calminho, um Megaman terrorista, um Link tagarela...vocês entenderam não? Tudo para preservar o bom senso!
  • Regra 3 - Não fugiras do design original da série de games.
    • Como assim? Imagina criar um novo jogo de Sonic com design super realista-humanoide? Ou um Super Mario em estilo anime? Sim, aqui controlamos a estética, o visual, a capa, o design visível do jogo. A regra é respeitar a identidade visual do jogo sem inventar mudanças drásticas demais, que fogem totalmente do padrão da série. Porém, existem jogos que possuem estilos visuais variados em essência, como a série Zelda, onde um jogo segue uma linha mais realista, e outra mais cartunesca. Nesses casos, devemos utilizar os mesmos parâmetros pensados ao gerar o novo traço visual.
      O que não pode, é ficar bizarro ou esquisito demais.
      Não a pornografia, apologias ou outras coisas incabíveis ao estilo original.

Nós pretendemos trazer esse conteúdo semanalmente.
Mas, queremos que esse projeto se estenda também aos nosso leitores! Sim!
Queremos que você também nos envie suas idéias para novos jogos, pois pretendemos publicar suas histórias por aqui também!

É essa interação com nossos leitores, compartilhando boas ideias e temáticas, que nós queremos criar.
Pois quando nós apreciamos muito uma coisa, e consumimos constantemente, nossos gostos ficam tão apurados que passamos a querer analisar, palpitar e até mesmo criar nosso próprio conteúdo!

Tanto na área da música, quando nos quadrinhos, filmes ou jogos, quanto mais você gosta, acompanha e se aprofunda nessa área, é natural que nosso instinto nos induza a querer produzir, e aqui, queremos dar azas a esse instinto.

Afinal, já que talvez não possamos fazer aquilo que queremos, por diversos motivos, que tal não deixar isso passar? bora escrever! Pelo menos por enquanto, sonhar não custa nada né? xD

Espero vocês logo mais com o primeiro post dessa nova empreitada.
Se tiverem ideias ou qualquer objeção, deixem nos comentários.
Um abraço a todos e beijo no cérebro!